10 SEP 2026 · No episódio de hoje do BBCast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), analisa os principais fatores que influenciam o mercado da bovinocultura de corte. A valorização da arroba, o ritmo das exportações, o cenário internacional e as estratégias de proteção de preços estão no radar dos pecuaristas.
Destaques do episódio:
🐂 Boi gordo: o indicador CEPEA registrou R$ 348,35/@ em 8 de setembro, alta de 1,15% em relação ao início do mês. Em São Paulo, o boi China chegou a R$ 350,00/@ a prazo, enquanto as escalas de abate ficaram próximas de sete dias úteis.
🌎 Oferta e preços: a oferta de boiadas gordas permanece controlada e a firmeza dos pecuaristas nas negociações tem levado os frigoríficos a elevar as propostas de compra em diversas praças.
🥩 Exportações: os embarques de carne bovina in natura somaram 40,6 mil toneladas nos quatro primeiros dias úteis de setembro, com média diária de 10,15 mil toneladas. O volume ficou 29% abaixo da média diária do mesmo período de 2025, enquanto o preço médio chegou a US$ 6.137 por tonelada, alta de 9,3%.
🌍 Mercado externo: a suspensão das importações de carne bovina brasileira pela União Europeia e a menor demanda chinesa trazem desafios para o setor. Por outro lado, a expectativa de retomada das compras da China e a suspensão temporária das tarifas norte-americanas sobre a carne bovina magra podem contribuir para sustentar os preços no último trimestre de 2026.
🛡️ Gestão de risco: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro, incluindo opções de venda (Put) referenciadas na B3, para auxiliar o produtor na proteção contra oscilações de preços. Para setembro de 2026, os strikes estão entre R$ 349,20 e R$ 360,80/@; para outubro, entre R$ 354,65 e R$ 377,65/@.
💰 Custeio Agropecuário: o produtor também pode contar com o Custeio Agropecuário do Banco do Brasil para financiar diferentes despesas da produção e garantir os insumos necessários para o ciclo pecuário.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
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